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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A Dança dos Esqueletos



Quando os esqueletos saltam e se põem a dançar, um após outro, numa dança imparável isso é um momento Walt Disney.

Reparem que a este pequeno filme de animação realizado no final dos anos 20, não faltam gatos assanhados, nem corujas pivot que acabam depenadas, nem sequer o galo anunciador do Sol. E claro, os esqueletos dançantes, e cantantes...
Um filmezinho do passado que bem poderia ser a reportagem sobre o "armário" de alguém.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Sétimo Selo (1957)



Não, não me interpretem mal, não quero ser alarmista ou pessimista sequer. Mas, depois das notícias sobre a gripe mexicana, depois de ler o El Universal, e os títulos dos jornais por esse mundo fora, não pude deixar de pensar num grande filme que tem precisamente como pano de fundo uma sociedade em crise que luta desesperadamente para sobreviver à Peste Negra. O encontro entre o Homem/cavaleiro e a morte e, a intemporalidade da condição humana nas suas manifestações mais sublimes e mais grotescas, a relação do Homem com Deus e com a Morte... um filme imperdível!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Psychose



Para comemorar o Dia Mundial da Água, 22 de Março, a revista Good produziu uma série de filmes inspirados em simbolos e ícones marcantes da cultura americana. E, não há dúvida que Psycho teria sido muito diferente se ...

segunda-feira, 30 de março de 2009

"Doutor Jivago"



Morreu Maurice Jarre, o músico que marcou o cinema com as bandas sonoras de filmes como "Doutor Jivago", "Laurence da Arábia" e "Paris, já está a arder?".
Podemos vê-lo, aqui, a conduzir a orquestra em 1992.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Uma verdadeira artista

Cheeta

Prefiro os romances e os contos, às biografias. Dificilmente me apanham a ler uma, ainda mais agora, que se tornou um género em voga entre os candidatos ao Jet7: políticos, futebolistas, celebridades de ocasião.

Em Outubro vai ser editada a autobiografia de uma “celebridade a sério”. Uma celebérrima artista, em idade de reforma, cuja vida dá certamente um bom romance: Cheeta.

Quem não se lembra da inseparável companheira de Tarzan?

Eu Cheeta [Me Cheeta]: a autobiografia, é o título da obra que conta a vida desta chimpanzé que sobreviveu a todos os seus colegas actores e, aos 75 anos de idade, goza da sua merecida reforma em Palm Springs.

Cheeta, mais do que Jane foi a companheira de Tarzan mas, foi também a minha em muitas tarde de domingo numa África de faz-de-conta entre caçadores gananciosos e animais corajosos.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Os Fantasmas de Metropolis

Descobertas em Buenos Aires 80 anos depois da realização do filme as películas apareceram para revelar cenas inéditas do celebrado filme de Fritz Lang, Metropolis. De facto, a ânsia de tornar o filme comercial terá levado a que ele fosse radicalmente alterado. Cerca de um quarto do filme terá sofrido cortes.

Agora que os fantasmas de Metropolis ressurgem talvez se possa enfim, aproximar o nosso olhar do do realizador. Ele concebe Metropolis como uma cidade futurística (estava-se em 1927), liderada por Joh Fredersen. Enquanto isso, os “operários” trabalham no subsolo. Uma história de amor entre o filho de Joh Frederson e uma operária, Maria, vai desequilibrar este estado de coisas. Rotwang, o inventor, cria um robot semelhante a Maria que incita os operários à rebelião. Eles abandonam as suas máquinas e invadem a cidade. Mas, Freder (filho) e Maria conseguem salvar Metropolis e restaurar a harmonia social (este final, tem sido interpretado como uma manifestação da simpatia do realizador por Hitler).

Talvez, as películas agora descobertas façam luz sobre esta utopia cinematográfica.

domingo, 1 de junho de 2008

Gagarin


...hoje, dê asas à criança que há em si...


Gagarin é um pequeno filme de animação que ganhou a Palma d’Or de Cannes em 1995.


sábado, 5 de abril de 2008

2001 Odisseia no Espaço

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Veja, aqui, este fantástico filme de animação (em português) que pretende explicar o significado do mais belo e intrigante filme de Stanley Kubrick.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Estrada para a cidade...Esmeralda?

E se hoje comparássemos a propaganda do PCP/Amora com esse clássico do cinema americano o “Feiticeiro do OZ”?




Olhemos então a capa do folheto do PCP/Amora que foi recentemente distribuído. Frente ribeirinha da Amora. Enquadramento perfeito sem casas meio arruinadas, nem miradouro por acabar (convenientemente escondido atrás da palavra “Amora”). Tudo em tons de azul, espaço verde, banquinhos para transeuntes. Tudo limpinho e arrumadinho. Tudo tão perfeitinho, que mais parece prospecto das testemunhas de Jeová sem Leão a brincar com Cordeiro. Ao centro, um caminho vermelho que se perde de vista...
Sem dúvida que seguindo o caminho vermelho alcançaremos mais qualidade de vida. É fácil, muito fácil mesmo basta segui-lo para e teremos um futuro melhor.
Ora, era aqui, que batia o ponto na história hollywoodesca e, na nossa de hoje.
A estrada dos “tijolos amarelos” conduzia a um Feiticeiro que na realidade não passava de um charlatão.


E este caminho vermelho conduzirá a algo melhor? Ou, estaremos também, aqui, perante uma ilusão que nos é vendida (vendida, sim, por que a pagamos) em doses massivas?
A mensagem do filme era curiosa. Afinal, para voltar para casa (e ser Feliz) Dorothy só dependia dela própria não precisava nem da estrada amarela nem do presidente da Câmara de OZ.

Também, aqui, só dependemos de nós próprios para encontrar o caminho certo.